Além da Janela - Poemas de Biláh Bernardes e outros

Enxergar além da janela é participar do que a natureza nos oferece ao olhar; é ver e ler a poesia além do nosso sentimento e da vida que nos cerca. Boa leitura para você que nos visita! Bilá Bernardes

  • Poetisa Bilá Bernardes

2 de abr. de 2025

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18 de abr. de 2021

Poemas de Márcia Araújo e Biláh declamados por Anand Rao

Se és poeta, Anand Rao quer recitar teu poema e  te convida a participar do Sarau.

Envie WhatsApp para 61 982027100. 
Assista o trabalho Inscrevendo-se e ativando as notificações do canal, para que possamos ranquear bem no algoritmo do You Tube











 

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Poema de Biláh, no youtube



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3 de mai. de 2020

De Helenice Rocha, A Lírica Feminina Contemporânea - Helenice Maria Reis Rocha - Mestre em Letras/UFMG




HELENICE MARIA REIS ROCHA

A Lírica Feminina Contemporânea 
Helenice Maria Reis Rocha  -   Mestre em Letras/UFMG 

Pensando nas manifestações de poesia veiculadas por meios de comunicação de massas, tais como: sites de poesia, movimentos organizados, discussões midiáticas, tenho me proposto a pensar em que sentido a dicção feminina circulando nestes meios se aproxima ou acrescenta novas linguagens e formas de expressão à lírica grega. Se pensarmos nos trabalhos de Benjamin a respeito da lírica simbolista observaremos que esta lírica acrescenta à uma dicção, uma crítica contundente ao mundo capitalista. 

Tenho pensado, como Salete Almeida Cara, que a lírica feminina contemporânea que circula entre a internet e a mídia impressa tem incorporado às suas formas de expressão vivências que rediscutem o lugar de enunciação do que define o feminino ou o masculino na poesia. Saindo das metáforas da morte de Henriqueta Lisboa, lindas metáforas de mocinha cristã, às jovenzinhas martirizadas do panteon de santinhas de Cecília Meireles, desaguamos numa dicção lírica que nos remete ao prazer,à psicanálise,à luta política,com a mesma delicadeza imagética de uma dicção lírica. 

Pretendo analisar aqui algumas poetisas do movimento Poetasdelmundo que, com dicção própria, expressam com a maior delicadeza problemas e sensibilidades possivelmente impossíveis para mulheres poetisas ha cinquenta anos atrás. 

Começo pela jovem Isabela que nos diz: “Titia!!! Titia!!! Eu sou a mãe do vento!!! O vento não morre titia!! E ele é feliz!!!...”. Uma jovenzinha de, então, três anos que, há uns cinquenta anos atrás estaria cantando canções religiosas em algum colégio de freiras e, aos três aninhos, hoje,  já estava tentando entender a vida, a morte, o tempo, o gozo... Segundo Mouralis: “A literatura é compromisso. Os escritores, como tais, têm uma função social definida, exatamente proporcional à sua competência como escritores. Essa é a sua principal utilidade”... (Mouralis, 1982, pág: 36). 

Assim, poetisas que com uma dicção lírica, nos traduzem como linguagem, formas de discussão que rediscutem as questões de gênero, tanto no que diz respeito à linguagem quanto no que diz respeito ao seu lugar de enunciação. Cumprem a responsabilidade apontada por Mouralis.

Começo por Maria Angélica em: BRAÇOS ABERTOS Olha moço, que bela cidade / se descortina  / à frente de nossos passos / Parece menina / Depois da chuva / livre do pó / a cidade remoça / Veja as pessoas / caminhando tranquilas / Não é dia de trabalho / Alguns trabalham / ambulando suas mercadorias / próximo à rodoviária Não há pressa , o dia é longo / quase deserta / a cidade recebe o visitante / e o habitante / que regressa à capital / Belo Horizonte / recebe de braços abertos (Bernardes, pág:25, 2012 ) O que se evidencia neste poema é que, imanente à serenidade solene que descreve a cidade e o visitante, existe uma anti elegia ao mundo da produção, tão precioso às lógicas de um discurso hegemônico que inclusive, no Futurismo de Marinetti, procura dar uma face de modernidade ao já bem conhecido projeto de desenvolvimentismo capitalista. Esta evidente recusa a um dia produtivo recusa, mesmo que através da magia da arte, a lógica de um discurso hegemônico e suas hierarquias. A beleza da cidade se torna mais importante do que a lógica da produção e suas hierarquias e seus negócios, o que garante à esta dicção uma doce modernidade uma vez que não reproduz a tirania do discurso oficial: 

Bandeira Branca Um olho uma gota o suspiro Sorriso lacrimejante Um pedido Um apelo a dúvida Mãos desejam Um ai Um ui a dor Dentes rangem Um alívio Um amor a paz Pés almejam (Marques, pág: 29, 2012) Se a utopia nos coloca na plena realização do desejo e diz: o prazer aos bem resolvidos pela psicanálise, esta dicção instaura a dúvida. Cumpre saber quem são os bem resolvidos nesta correlação de forças hodierna. O amor possível em: “Um ai, Um ui, a dor Dentes rangem, Um alívio, Um amor, a paz...” (Marques, pág: 29, 2012). Um amor possível diz respeito ao momento, à efemeridade, longe dos acordos de conveniência à socialização do amor, que as perdas das situações paradigmáticas impõem. Os marcados por doze horas de trabalho talvez, apesar das leis trabalhistas, perdem a definição do desejo segundo Benjamim: “... Os gregos só conheciam dois processos para a reprodução de obras de arte: o molde e a cunhagem. As moedas e terracotas eram as únicas obras de arte por eles fabricadas em massa. Todas as demais eram únicas e tecnicamente irreprodutíveis. Por isto, precisavam ser únicas e construídas para a eternidade. Os gregos foram obrigados, pelo estágio de sua técnica,a produzir valores eternos.” (Benjamim, pág:175, 1996). 

Se pensarmos que a linguagem poética, em si, representa algumas incompatibilidades com esta reprodutibilidade, podemos associá-la permanentemente à lírica grega e a uma certa intemporal idade.

 Retomemos Delasnieve Daspet em: Mão Humana Uma mão humana. Uma mão com cinco dedos / Foi assim que o Criador fez.../  Cada dedo independente, unidos e separados... /  Se juntássemos os dedos  / - a força aumentaria / Teríamos mais poder, mais união. / Deixemos que a terra se torne / esta mão forte e unida / assim venceremos as lutas diárias / a miséria de milhões de africanos / de esquálida figura e doce olhar! / Mortes pelo Oriente Médio... Chacina / - não é necessário iir tão longe / Mandamos soldados para o Haiti, / Mas o Haiti é aqui, como diz a canção... / (...) (Daspet, pág: 68, 2008) Da simples descrição de uma singela mão e seus dedos à associação com a leitura ética, civilizatória, da realidade do mundo: a linguagem, coloquial, de massas, a leitura de mundo, complexa, perpassando a condição humana para além da territorialidade aldeã no seu dilema básico: a vida. A coloquialidade da linguagem tendo como imanência uma leitura civilizatória de grande alcance não reprodutível pelos interesses envolvidos na lógica do discurso oficial, hegemônico. 

A lírica de Camões, partindo da redondilha, da linguagem reprodutível e de massa, disse da complexidade do amor explicitando, através do paradoxo, quase do absurdo, o lugar de enunciação de onde emerge a sua aparente simplicidade. 

Segundo Bahbha: “... Não passará a linguagem da teoria de mais um estratagema da elite ocidental culturalmente privilegiada para produzir um discurso do outro que reforça sua própria equação conhecimento-poder!” (Bahbha, pág: 45, 1998). O discurso feminino, marcado pela maternidade, paramentado para desconstruir relações de poder. 

Então, em Clevane, temos: A última cavalgada / os homens mortos estão: pura nata/  calda vermelha óleo e sabão, / coalhando os campos de batalha... / sem preces e sem mortalha / nem quem lhes segure a mão ... (Pessoa, pág:35,2005) 

Enquanto loguz, invenção de homens personificada por Heráclito pressupõe a unidade da confrontação permanente tornando o grotesco tão natural quanto o sublime, a caótica linguagem feminina nos reconduz ao sentido maior de uma singela mão segurando outra mão. 

Todas estas poetisas, descentradas da máscula linguagem de loguz, da razão iluminadora, de todas as certezas, de todo centro. (Brandão, pág. 34, 1998) trazem a dúvida, a fragmentação que batiza a modernidade com a presença do outro, da alteridade. A lógica da identidade que une através do verbo ser os opostos, o sublime e o grotesco, o perfume e o lodo é perpassada aqui pela dúvida em Brenda Marques, por lindas e insólitas metáforas de homem em Clevane, pela dessacralização das guerras em Delasnieve, pela suave anti elegia do modo de produção capitalista em Maria Angélica. 

Segundo Heráclito: Se não ouvirem simplesmente a mim mas se tiverem ascultado (obedecendo-lhe, na obediência) o logoz, então é um saber (que consiste em) dizer igual o que diz o logoz. Tudo é um (Heráclito In: HEIDEGGER, pág:256) A metáfora conceitual, como por exemplo: “... aquele rio era como um cão sem plumas...” (João Cabral de Melo Neto) une verbo ser a um predicativo exatamente como na proposta pré socrática de Heráclito, que, sintagmática, une os opostos pelo verbo ser o que é bem confortável para a lógica dos discursos hegemônicos que sobrevivem da boa convivência dos contrários. Une as aporias garantindo a perpetuação de determinado tipo de poder. 

Em Maria  Angélica Bernardes, tanto quanto em Clevane e mesmo em Brenda e Delasnieve observamos uma recorrência permanente a verbos de ação em lugar do verbo ser.  Neste sentido é recorrente uma gradação de ruptura com a estrutura de linguagem ocidental, aristotélica. A linguagem poética sai do campo conceitual para o campo descritivo da ação, Poetisas saindo da contemplação da realidade, própria daqueles a quem foi negada a práxis e deságuam na junção práxis, ativismo e linguagem, uma vez que são ativistas de Poetasdelmundo. Saem, também através de uma nova estrutura de linguagem, do confortável voyerismo de observar e conceituar o caldo de cultura em que estamos imersos e descrevem ou se expressam através da linguagem da práxis, representada mais por verbos de movimento do que pelo verbo de identidade, conceituador. 

Partindo deste escopo de reflexões venho desaguar em Neusa Ladeira. Vejamos: Poética das Horas / Trinando acordo / Tico-tico rei  /Suave complementa / Abrindo surdos / As araras do vizinho / Estridentes nos golpeiam / Sonho breve em fuga luz  Como não ver se olhos choram / Coração aperta ruge emoção / Ansiosa vai à busca / No início resoluta no traçado cambiante / Em final hilariante / Mesmo dito ainda pergunta / Dos lençóis amarfanhados / Onde está o estonteante / Aquele sonho recorrente / Ora chega na lembrança / Nada mesmo de saudade só terror asfixiante... (Ladeira, 2009) Assim como nos poemas anteriores, toda a estrutura de linguagem é alinhavada por verbos de ação. A lírica contemplativa de uma Cecília Meireles em: “... leve é o pássaro e a sua sombra voante...”, cede lugar a um trinante acordo de pássaros, com direito à criação do verbo trinar usado aqui como verbo e, ao mesmo tempo, adjetivo. Este movimento de uma linguagem contemplativa, conceitual, a uma linguagem que nos aproxima da ação, práxis, nos remete à diferença de possibilidades circunscritas à condição feminina do começo do século vinte, onde só era possível observar a práxis feminina como tabu migrando para a práxis mesma, refletida esta transformação em mudança na estrutura da linguagem sem , contudo, perder o sentido suspenso de toda a linguagem poética, que no mais das vezes nos tira das noções de tempo e espaço. 

Os gregos não consideravam poesia, literatura rasura esta que nos autoriza ao devaneio. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
- Brasil, Joaquim Fontes. Variações sobre a lírica de Safo. São Paulo:Ed.Estação da Liberdade,1992.

- Brandão, Junito de Sousa. Dicionário mítico-etimológico da mitologia grega. Petrópolis: Vozes, 1993. 

- Branco, Lucia Castello, Brandão, Ruth Silviano. A mulher escrita. Rio de Janeiro: Milman, 1989. 

- Derrida, Jaques. Gramatologia. São Paulo: Perspectiva, 1973. 

- Heidegger, Martim. Heráclito. Rio de Janeiro: Dumará, 1998. 

- Braga, Anderson. Sonata Poética. Belo Horizonte, Anome Livros, 2005. 

- Bhabha, Homi K. O Local da Cultura. Editora UFMG, 1998. 

- Benjamin, Walter. Magia e Técnica Arte e Política. Editora brasiliense, 1985. 

- Poetasdelmundo em Poesias, Volume I, I Congresso Mundial de Poetasdelmundo, Natal, Um Mar de Poesia e Paz. 

- Salgado, Rogério, Araújo, Virgilene. Poetas Em Cena. Belô Poético Produções Artísticas e Literárias. Belo Horizonte, 2012. 

- Pena, Brenda Marques. Instituto da Imersão Latina. Nós da Poesia. All Print Editora, 2009.




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16 de out. de 2019

Aos Sessenta

Há quase dez anos, escrevi este poema que permaneceu “engavetado” até hoje:
 Biláh Bernardes

Não choro mais por impotência
sinto-me dona do nariz
e dos desejos

Comando a direção dos passos
Até quando os deixo e assumo
irem sem rumo


Os rumos dos pensamentos
aceitei que voem em mil
firmamentos


Não brigo com os sentimentos
raiva é normal e dura o tempo de vir à tona
o racional


Aprendi que existem impossíveis
mas posso, aos sessenta, tentar mudá-los
e tento!
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9 de jun. de 2019

Vídeo poema: Encruzilhada


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21 de abr. de 2018

Biografia e Bibliografia


Biografia 



Bilá Bernardes é o nome poético de Maria Angélica Bernardes dos Santos. Nasceu em Santo Antônio do Monte em 22/01/1950, tendo sido registrada como Maria Angélica dos Santos, filha de José Rodrigues dos Santos e Maria Angélica Rodrigues.  Vive em Belo Horizonte desde 1970, onde trabalhou no magistério na rede pública estadula, na rede privada e rede municipal, onde se aposentou. Também em Belo Horizonte, fez o curso de Pedagogia e pós em Psicopedagogia. O último curso foi complementado com especialização em Clínica Psicopedagógica, com Alicia Fernández, em Buenos Aires.

Tem artigos sobre Educação e Psicopedagogia publicados em revistas ( AMAEducando) e jornais em Belo Horizonte,  na Revista E.PSI.B.A, em Buenos Aires e em sites.

Participou com poemas em antologias no RS: Congressos Brasileiros de Poesia), em Belo Horizonte: Poetas En/Cena: do Belô Poético e no Chile. 

Seu poema Saber Hiperativo foi publicado na revista EPSIBA em Buenos Aires (2006). Outro poema: Carregadores ficou em primeiro lugar em um concurso pela internet do site Luz Poética e está publicado em Blocos Online.

Selecionada na Linha Editorial Tela e Texto, da Faculdade de Letras - UFMG para o livro  Belo Horizonte em Verso e Prosa,  (2008), tem uma coletânea de poemas  sobre aprendizagem publicados na Revista TXT, (Ano 5, Número 9, Junho de 2009)periódico virtual  também da FALE - UFMG. Tem  poemas  no Projeto Leitura para Todos, parceria da BHTRANS  e  A Tela e Texto (Teia de Textos) que circulam em ônibus de Belo Horizonte e na cidade de Três Corações.

Tem poemas musicados por Anand Rao, Cristiano Lima, Jônatas Reis, Carolina Inês e Régis D'Almeida..

Pertence à Academia de Letras  da cidade de Santo Antônio do Monte/MG- ACADSAL e ao Clube de Escritores de Piracicaba/SP.

É Poeta del Mundo -  Cônsul do Estado de  MG, desde 2009 - Movimento Poético pela Paz Mundial, com origem e sede no Chile.  Em 2010 foi nomeada Embaixadora Universal da Paz pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix - Suisse / France, indicada por Clevane Pessoa.

Fez parte do Grupo Contar-te da Faculdade de Letras – Programa Tela e Texto -UFMG; grupo que se reorganizou com o nome Gatopingado e fez apresentações que unem teatro e poesia, tendo atuado no Poesia na  Praça 7 - projeto da Lei de Incentivo à Cultura; no Belo Poético; na Bienal do Livro do RJ, em Maio de 2009 e Setembro 2011; em Lagoa da Prata-MG ; no Parque Municipal e  no Palácio das Artes, entre outros espaços.   Também atuou na Companhia Teatral Vil’Art, durante o ano de 2015.

Email: bilabernardes@gmail.com

RevistaTXT número 9. Junho 2009, Ficção, Coletânea:
Blogs: Além da Janela 
           Poetisa Bilá Bernardes Poemas em forma de cartões postais
           Projetos Pedagógicos
           Psicopedagogia em Poesia
Outros sites: Movimiento Poetas del Mundo     
                     Alma de Poeta
                     Blocos Online
                     Poesia do Brasil/Minas Gerais  
                     Recanto das Letras 
                     Poetas do Brasil
                     Poesia 3x4




OBRAS PUBLICADAS:
I- Participação em Antologias:
Poesia do Brasil, vol. 4. /  vol. 6/ /  vol. 7 out 2006/2007/2008. Bento Gonçalves: RS.
Poetas do Café, vol 2, out. 2006. Bento Gonçalves: RS
Bento, Poesia em América, vol 1 e 2
Poetas En/Cena, vol. 1. a  vol.7/ Belô Poético. BH jul: 2007 a 2013
Pássaros Poetas e Trovadores, out 2007: Bento Gonçalves: RS
Poesia do Brasil, Bento Poesia en América. Septiembre 2007. Roncagua: Chile
Belo Horizonte em Verso e Prosa. Linha Editorial A Tela e o Texto – Faculdade de Letras/ UFMG- jan:2008
Poema: Saber Hiperativo. Revista EPSIBA, Buenos Aires: out 2006. p. 98-99
Poemas à Flor da Idade. Out 2008. Comunidade Poemas à Flor da Pele. Bento Gonçalves: RS
Nós da Poesia. Vol. 1,2 e 5:  2009/2011/ 2016
Cena Poética vol 1 e 3: 2015 e 2017
AI-5 – org Rogério Salgado. Belo Horizonte: 2016
Entre-textos, vol 3/ Luiz Otávio Oliani – Porto Alegre: Vidráguas, 2016 – pág 18 e 19  

PARCERIAS MUSICAIS:
Máscaras: Música de Anand Rao
Tecituras: Música de Cristiano Lima
Braços Abertos: Música Jônatas Reis
Apesar das Serras: Música Jônatas Reis
Andanças: Cristiano Lima
Vida: Carolina Inês
Loucura:  Régis D'Almeida

II- Livros solo:
FotoGrafias de DesCasamento, Belo Horizonte: Anome Livros: 2008 
S A Monte de Minhas Lembranças. Belo Horizonte – MG: Edição da autora. 2018
Desvelamento, Sangre Editorial. Buenos Aires/AR/Belo Horizonte/MG  2019


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12 de jul. de 2017

VIDA Bilá Bernardes e Carolina Inês WMV

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9 de set. de 2014

Homenagem a Nathan de Castro - poeta mineiro



Nathan de Castro Ferreira Júnior
 nasceu em 23 de janeiro de 1954, em Olhos d'Água, município de João Pinheiro-MG. Passou a infância e a adolescência na bela cidade mineira de Patrocínio. Foi para a capital paulista em 1969 e depois de três anos em São Paulo, regressou a Patrocínio e ingressou na carreira bancária em 1975, especializando-se em cursos de relações humanas, finanças e áreas bancárias, o que o levou a trabalhar em diversas cidades de Minas Gerais e Goiás. Atualmente, tem residência em Uberlândia/MG. 

Trabalhos Publicados: 
Painel Brasileiro de Novos Talentos nº 9 – Câmara Brasileira de Jovens Escritores
1ª Antologia Cantinho do Poeta – Câmara Brasileira de Jovens Escritores
diVersos – Antologia do Grupo Pax Poesis Encantada – Scortecci Editora
Seleção de Poetas Notívagos 2001 – Scortecci Editora.
Antologia II Prêmio Literário Livraria Asabeça – Scortecci Editora.
Antologia Poética @teneu.poesi@ - Scortecci Editora.
Sentença de Um Poeta – Livro individual – Blocos Editora, 2003. 
1001 Noites de Sonetos & Rabiscos - Livro individual - Scortecci Editora, 2005. ( Fonte:  Sonetos de Nathan de Castro).    

Um dos últimos poemas publicados por ele no Facebook:

Motivos

19 de agosto de 2014 às 18:12
                              © Nathan de Castro
.
.
.
Nas noites de insônia, caminho pelos versos em busca
de um sonho.
O amor está ali, bem perto do próximo poema.
Parece real, mas… Carrega o silêncio das palavras,
a música da solidão e uma metáfora perdida
nas entrelinhas do tempo.
Tem uma Estrela que escreve os meus caminhos, e canto
de paixão quando chegam as luzes da madrugada.
Quando encontro o verso iluminado pela música
desse astro, penso em escrever silêncios, vazios e luares.
Caminho pelas linhas, em busca dos teus olhos.
O amor está ali, bem perto do último sorriso.
Parece real, mas…
Tem essa coisa de tempo! Muito tempo.
Anos e anos perdidos nos caminhos de invernadas.
Qual nada! Nada se perde quando plantamos e assistimos
o brotar da poesia!
Preciso aplaudir o verso e entregar o meu sorriso à solidão.
Palavras!
Já nem sei se é fogo, paixão ou somente essa coisa
que chamamos de Saudade!
Mas, bem lá no fundo eu sei… É somente mais um canto
poeta para saudar os vazios, e os mistérios...
Motivos bastantes para a revoada de novos poemas.

Para conhecer mais a obra do poeta:
BECO DOS POETAS
Germina Literatura



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30 de ago. de 2014


Publicações em sites com acesso gratuito:

Editora Pragmatha:

Edição 57 do Caderno Literário Pragmatha  Agosto 2014  -  Tema: Frágil

Edição 58 do Caderno Literário Pragmatha

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10 de jun. de 2014

Homenagem a Gonçalves Dias por Clélia Souto


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6 de mar. de 2013

"MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS"

Por Dilercy Adler
Sócia efetiva do IHGM, cadeira n.º 01 dilercy@hotmail.com
A ideia vem do Chile. Nasceu por ocasião da comemoração do aniversário de 107 anos do grande poeta Chileno Pablo Neruda, em julho do ano em curso, quando entre outras atividades foi lançada a antologia “MIL POEMAS A PABLO NERUDA” organizada por Alfred Asís. Esta homenagem foi estendida para o Poeta Peruano Cesar Vallejo, que terá a sua antologia “MIL POEMAS A CESAR VALLEJO”. Nessa ocasião surgiu a ideia da organização de uma antologia e homenagem dessa natureza para um poeta brasileiro.
Assim quando do meu retorno ao Brasil surgiu o firme propósito de cumprir a honrosa tarefa. O primeiro desafio centrou-se na escolha do nome, a partir da compreensão da existência de um quantitativo razoável de pessoas dignas dessa homenagem. A preocupação foi dividida com a Profa Maria Cícera Nogueira, que prontamente entendeu a responsabilidade da missão, de modo que dessas análises resultou a escolha do nome de Gonçalves Dias, principalmente em razão de este grande poeta maranhense:
- Ter procurado formar um sentimento nacionalista ao incorporar assuntos dos povos e das paisagens brasileiras na literatura nacional;
- Desenvolver o Indianismo, ao lado de José de Alencar;
- Por sua importância na história da literatura brasileira ao incorporar uma ideia de Brasil à literatura nacional;
- Por sua grande obra que nos estudos literários é enquadrada no Romantismo. Considerando as múltiplas ações para a concretização do Projeto foi elaborada uma minuta com as ideias iniciais para ser apresentada ao IHGM, como parte da Programação oficial de Comemoração dos 400 anos da cidade de São Luís do IHGM.
Nesse documento foi também sugerido o envolvimento de outras instituições e organizações não governamentais e governamentais para desenvolver as ações nas cidades de São Luís e Caxias. Vê-se nesse Projeto a oportunidade de demonstrar a premente necessidade do conhecimento e divulgação da vida e obra dos grandes nomes nacionais, de modo a contribuir para o desenvolvimento do respeito e valorização pelos feitos dos nossos intelectuais brasileiros.
O Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão aprovou em sua reunião de AGO de Setembro de 2011 a inclusão de Projeto em homenagem a Gonçalves Dias apresentada pela Confreira Dilercy Aragão Adler, dentro do Ciclo de Estudos/debates sobre a Formação do Maranhão e Fundação de São Luís.
PROPOSTA Antônio Gonçalves Dias nasceu em Caxias, em 10 de agosto de 1823. Assim, em 2012, ano da comemoração dos 400 anos da fundação da Cidade de São Luís será comemorado também o aniversário de 189 anos do grande poeta maranhense. O Estado do Maranhão homenageou o poeta com uma tradicional praça na sua Capital, São Luís, mas o povo maranhense necessita cultuar mais a memória e o trabalho daqueles que honram o seu Estado, o seu País, através de trabalhos e ações culturais e científicos.
Isso posto, acredita-se que os festejos do aniversário da fundação da cidade de São Luís podem ser abrilhantados com uma homenagem ao grande poeta maranhense Gonçalves Dias.
A proposta é de poetas locais e de várias partes do mundo, prestarem homenagens escrevendo poesias para Gonçalves Dias; ainda, trabalhos de pesquisa histórica sobre sua vida e obra. A participação é aberta a escritores, poetas, pesquisadores, professores universitários, acadêmicos, e estudantes: universitários, do ensino médio e do ensino fundamental.
OBJETIVOS
O objetivo é publicar um livro com “MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS” e outro livro com TRABALHOS ACADEMICOS apresentados sobre a vida e obra do Poeta. As obras serão lançadas nos dias de seu aniversário de nascimento (10 de agosto) 2012 -189 anos e (10 de agosto) 2013 – 190 anos, integrando a comemoração dos 400 anos de fundação da cidade de São Luís. Essa homenagem a Gonçalves Dias incluirá também uma série de eventos em São Luís e Caxias, em que estarão envolvidas todas as vertentes da arte, de modo que músicos, atores, dançarinos, artistas plásticos, artesãos, com produções e produtos que lembrem o “clima da época” e tenham como tema a figura do Poeta.
- Conhecer a vida e a obra de Gonçalves Dias e reconhecer a importância das motivações que caracterizam a sua obra, tais como o romantismo, o nacionalismo e dentro deste a valorização dos povos que iniciaram a história do nosso país.
- Apreender a importância do conhecimento e divulgação da vida e obra dos grandes nomes nacionais.
- Compreender a urgência de otimização do potencial criador da criança e adolescente e o papel de mediação da escola e da família e das Instituições culturais nessa perspectiva.
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
1. Organização e Lançamento da Antologia “MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS" a. Convocação aos ocupantes das cadeiras patroneadas por Gonçalves Dias em todas as Academias, Associações e similares, existentes em todo o território nacional; poetas brasileiros, de todas as idades, renomados e neófitos (na produção literária); estudantes brasileiros dos vários graus de ensino, poetas estrangeiros para a produção de Poemas em homenagem a Gonçalves Dias.
b. Elaboração de concursos com estudantes dos cursos de Letras das Universidades e Faculdades de São Luís e Caxias assim como, das escolas do Ensino Fundamental e Médio, principalmente aquelas que tem o nome de Gonçalves Dias. Para tal serão realizadas palestras e distribuição de Folder, sobre o autor, em escolas para sensibilização à criação de poesias em homenagem a Gonçalves Dias;
c. Lançamento da Antologia nas cidades de São Luís-MA e Caxias-MA, com leitura de poesias nos lugares significativos da vida do poeta, além de Universidades, Escolas, Teatros, entre outros (a serem definidos pela equipe organizadora do Evento).
2. Elaboração e apresentação de pesquisas acerca da vida e obra de Gonçalves Dias.
3. Convocação de Artistas plásticos, cênicos, músicos para criarem obras inspiradas no período vivido por Gonçalves Dias. a. Convocação aos artesãos e pequenos empresários interessados na produção de sourvenir com fotos, poesias e temas de Gonçalves Dias e sua época.
4. Leitura de poesias na Praça Gonçalves Dias, em Escolas, Teatros Universidades e outros espaços.
5. Apresentação de concertos e shows com temas da época de Gonçalves Dias.
6. Convite e entregas de comendas a poetas convidados de entidades locais, nacionais e estrangeiras. NOVO PRAZO PARA ENVIO: 31/03/2013 ou até completar os mil poemas.
NORMAS DOS TRABALHOS
a) ANTOLOGIA “MIL POEMAS PARA GONÇALVES DIAS”
- cada Poeta poderá apresentar até cinco (cinco) poemas homenageando Gonçalves Dias. Formato A4, times New Roman, tamanho 12, espaço 1,0.
- enviar adjunto currículo literário resumido (no máximo seis linhas), em que conste data de nascimento, cidade e país de origem; com foto atualizada,
- a aceitação dar-se-á na ordem de recebimento da (s) obra(s), até se completarem os 1000 (mil) poemas. Um mesmo autor poderá mandar uma poesia, caso queira enviar outra obra posteriormente, dentro do limite de cinco (05) por Poeta, poderá fazê-lo, indicando que já enviou uma primeira obra; sendo colocadas todas juntas.
Envio de Poesias para: dilercy@hotmail.com
ESTUDOS E PESQUISAS
- cada autor ou co-autor poderá enviar até dois (02) textos, com o máximo de 20 (vinte) páginas, formato A4, Times new Roman, tamanho 12, espaço 1, incluindo bibliografia e fotos.
- ao enviar sua obra, deverá vir acompanhada pequena bio-bliografia, com foto atualizada, em que conste o motivo de participar da antologia; cidade e país de origem;
- a publicação se dará na ordem de recebimento da (s) obra(s).
Envio de Trabalhos para: vazleopoldo@hotmail.com
INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO - IHGM, SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO ESTADO DO MARANHÃO-SCLM, FEDERAÇÃO DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO MARANHÃO, UFMA, ACADEMIAS DE LETRAS (MARANHÃO, CAXIAS), SOBRAMES, SOCIEDADE DE POETAS DEL MUNDO E SALAC,
Postado por BiláhBernardes às 5:15 PM Nenhum comentário:
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27 de mai. de 2012

Olho do Furacão

Estou no olho do furacão
Estou no centro do redemoinho
Nem escolhi esse caminho!
Só por crer em outras ações
Só por não ver essa opção
por encontrar ondas no sertão?
Deixo-me ir no movimento
Não creio na associação
na lei que homens inventam
Creio nas leis da alma
Creio no olhar, na ação
formiga que leva grão e outro grão
Bilá Bernardes
Postado por BiláhBernardes às 7:32 PM 3 comentários:
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Frio


Está oco, oco, oco
o coração
não há eco
que preencha o silêncio
a falta de cio
e o frio imenso
que congelou
a emoção
Bilá Bernardes
Postado por BiláhBernardes às 7:17 PM Nenhum comentário:
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Fez-se Noite


Fez-se noite no movimento
e a madrugada tarda
em deixar o sol nascer
Parada, sem encontro de caminhos
deixo a Estrada, pego atalho
retorno à Vila, à lida de infância
Busco no aconchego materno
e até nos castigos incompreensíveis
o chão onde os pés possam pisar
Fez-se noite no movimento
e o sol espera
para nascer mais tarde
quando a paz chegar
Bilá Bernardes
Postado por BiláhBernardes às 6:57 PM Nenhum comentário:
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16 de nov. de 2011

Escola Minueto de Música
O Café Minueto fica na escola e esse endereço é a menos de um quarteirão da Av. Contorno, próximo ao Restaurante Chinês.




Postado por BiláhBernardes às 5:23 PM 2 comentários:
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19 de set. de 2011

Pássaro Cativo declamado por uma senhora de 96 anos


Dona Maria Inocente dos Reis é uma senhora de 96 anos que reside onde minha filha trabalha. Recebemos o link que remete ao vídeo feito enquanto ela declamava o poema de Olavo Bilac: Pássaro Cativo. Vale a pena ouvir.


http://www.youtube.com/watch?v=uqazmWmc038


O PÁSSARO CATIVO


Armas, num galho de árvore, o alçapão.
E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão.

Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada.
Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo.

Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho
mudo, arrepiado e triste, sem cantar?

É que, criança, os pássaros não falam.
Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender.
Se os pássaros falassem,
talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer:

"Não quero o teu alpiste!

Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste.
Tenho água fresca num recanto escuro.

Da selva em que nasci; da mata entre os verdores,
tenho frutos e flores, sem precisar de ti!

Não quero a tua esplêndida gaiola!
Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi...
Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido.

Entre os galhos das árvores amigas...
Solta-me ao vento e ao sol!
Com que direito à escravidão me obrigas?

Quero saudar as pompas do arrebol!
Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas!

Por que me prendes? Solta-me, covarde!
Deus me deu por gaiola a imensidade!
Não me roubes a minha liberdade...

QUERO VOAR! VOAR!..."

Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar.
E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição.
E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...
Olavo Bilac 
Postado por BiláhBernardes às 8:37 PM 2 comentários:
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23 de ago. de 2011

Reinado em Santo Antônio do Monte - ÚLTIMO DIA

O corte de Aparecida - SP,com suas vestimentas típicas, fizeram um show à parte. Aguardem os vídeos com as saudações dos capitães dos cortes quando se encontravam frente-a-frente. É lindo!





No último dia, um dos momentos interessantes foram as manifestações durante a manhã, no interior e na área lateral do santuário.







 







O encerramento reuniu em procissão pelas ruas da cidade, passando pelo Santuário de Nossa Senhora e seguindo em direção à Matriz, os 50 cortes que participaram da festa.

 


Alguns congadeiros quando descansavam enquanto aguardavam o momento de acompanhar a procissão.

Três irmãos, lado a lado nesses momentos de fé, dão o tom musical no Corte dos Vidal:  Alexandre - Lagoa da Prata - Donizete e José Alves. Têm orgulho em participar dessa festa.

Esse casal veio da cidade de Divinópolis, uma entre muitas que enviaram seus congadeiros para dar mais brilho ao Reinado de SAMonte.

Três amigas, três colegas
 que também amam participar.
-Sara, Dorinha e Maria Helena. Parabéns para vocês!



No vídeo, o corte do Nêgo, onde dançam as três mosqueteiras (leia congadeiras) (rs.) acima.








Postado por BiláhBernardes às 6:16 PM 2 comentários:
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Reinado em Santo Antônio do Monte - SEGUNDO DIA




Este corte, sentado nas escadarias da Casa do Monsenhor Otaviano - Padrinho Vigário - descansa após delicioso almoço oferecido por festeiros a todos os 50 cortes de congado participantes além de convidados e visitantes.





Nas paredes e no altar de entrada do espaço onde servem o almoço aos congadeiros, posteres com imagens dos três padroeiros: Nossa Senhora Auxiliadora, São Benedito e Santa Efigênia. Nesse altar os capitães depositam as bandeiras das congadas durante o almoço.














Ao redor das mesas, faz-se o agradecimento pela alimentação que recebem todos. No dia 19, o Alex Buffet trouxe toda a sua equipe para oferecer o alimento aos 50 cortes e aos visitantes.



Postado por BiláhBernardes às 11:58 AM Nenhum comentário:
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Reinado em Santo Antônio do Monte Primeiro dia


... 
Em 2011, os congadeiros comemoram 50 anos de Reinado em SAMonte.
 
 Telão para que a multidão fora da igreja possa acompanhar a missa conga. À direita, barraquinhas oferecem bebida e alimentação.

 Desde o dia 18, estivemos acompanhando os congadeiros nas festas de Reinado - ou Congado - em SAMonte, uma maravilha da cultura popular que completa 50 anos em Santo Antônio do Monte.  Foi oportunidade de encontrar amigos, conhecer outros espaços de encontro em minha cidade.

 

   Nesta página deixamos as imagens registrada por Bilá Bernardes durante o evento, em que pude contar com a alegria contagiante de Rosa Negra e a solicitude da colunista do jornal Gazeta Montense: Sônia Veneroso.  

A abertura só poderia ser com muitos fogos na capital mundial dos Fogos de artifício. Uma pequena mostra está nas fotos e no vídeo abaixo:                                       



 

A felicidade de Rosângela não cabe na tela.



Crianças congadeiras
garantem a continuidade por mais anos.

Enquanto pipocavam os fogos, os cortes de congadeiros faziam entrada solene na igreja matriz para a realização da Missa Conga.


Missa Conga

 

Esta senhora 
participa sempre e está, jovem ainda, nas fotos do acervo em exposição no Centro de Memória Municipal.





De forma organizada, ao som de seus instrumentos de percurssão, cada congada faz a entrada na igreja.



No altar, os sacerdotes observam e aguardam a procissão de congadeiros.















Postado por BiláhBernardes às 7:24 AM Um comentário:
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